O tendão de Aquiles dos carros elétricos durante a quarentena

 

A maior parte dos condutores tem um carro convencional, com motor de combustão interna. Recentemente demos-lhe conselhos para manter o seu veículo durante esta quarentena, em que o carro está estacionado em casa durante a maior parte do tempo. No entanto, com os carros elétricos a situação é diferente. Também podem deteriorar-se por passarem muito tempo parados.

Assim, é pouco provável que um carro elétrico fique sem bateria no prazo de um mês, a menos que o estivesse no limite da carga. Mas se o período de paralisação for maior, isso poderia ocorrer.

De qualquer forma, o principal problema que pode afetar os veículos elétricos não é ficar sem carga, uma vez que isso se soluciona facilmente: só é preciso recarregar. Mas há o perigo de que a bateria fique inutilizada, como ocorre com as pilhas de qualquer aparelho doméstico que não usemos durante muito tempo.

No caso das baterias dos carros elétricos, podem-se sulfurar devido à reação do ácido sulfúrico com o metal e soltar um pó pegajoso que as avarie por completo. O problema é que as baterias destes carros são muito caras e custam, em media, mais de 5.000 euros.

Além disso, não pode desligar a bateria como acontece com os carros convencionais, porque as dos elétricos são baterias de alta tensão que só um profissional devidamente formado pode manipular e com o equipamento de proteção adequado. Por isso, se tiver um destes veículos e tiver oportunidade, deve pô-lo a trabalhar um pouco de vez em quando. Esta ação também vai beneficiar outros elementos do carro como os pneus porque vai ajudar a evitar deformações.

Também deve vigiar a carga da bateria para a manter, se possível, entre 60% e 90% da sua capacidade. Isto vai ajudar a aumentar a sua vida útil.

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